web authoring software

1947: um verso a mais

Autor: Regina Célia de Almeida Scheiner (Catita)
14 x 20 cm | 1. edição | 104 páginas
ISBN 978-85-93325-00-7
Livro impresso: R$ 15,00

1947: um verso a mais

Regina Célia de Almeida Scheiner (Catita), 2016

Os poemas de Regina Célia não são em prosa. As narrativas em verso escolhem muitas vezes palavras inusitadas, algumas antigas de um tempo que já quase não vimos por aí, e em outras se utilizam repetidamente dos mesmos objetos metafóricos: a flauta, o vinho suave, a aldeia. 

 Com 1947, um verso a mais, a autora encanta por nos reviver algo de inocente entre trigos e estrelas, mas também entre contratempos, tempos de angústia e solidão pelos quais todos passamos, sempre com sua força suave, contradição lírica de seus escritos.

É uma antiga nova autora, que iniciou tardiamente sua trajetória literária, mas com um profundo senso de companheirismo e humanidade. A esperança continua e sobrepuja os momentos de desespero e dor. O amor não é passageiro, é um estado de permanência nesta seleção. 

Saudades e amores perdidos durante a vida, amores que se esperam com uma taça de vinho ao toque melancólico de sua flauta de Bambu: assim é que Catita nos leva ao seu universo, e sem mais pretensões convida o leitor, de mãos dadas, a caminhar junto por entre estradas de chão batido. Regina Célia, sem dúvida, tem em seus escritos uma aldeia repleta de sonhos e a nostalgia da infância que, com seus versos simples, leva-nos a sonhar acordados.

Regina Célia de Almeida Scheiner nasceu em 1947, em uma humilde chácara na cidade de Uberaba - MG. Sétima filha de nove irmãos, desde muito cedo já trabalhava em fábricas e casas de família, passando e lavando roupas para fora, até sua mudança para Brasília - DF, onde conheceu seu marido Eduardo Scheiner, com quem teve quatro filhos. Um deles, Caio Júlios — em quem nunca deixou de pensar e amar —, infelizmente veio ao mundo natimorto devido a uma batida de carro.

Aos 42 anos, Regina Célia se mudou com os seus três filhos para Florianópolis - SC, cidade do litoral catarinense na qual seu marido Eduardo a esperava. Procurando uma vida mais pacata, ela, aos seus 56 anos, já viúva há quase uma década, resolveu morar em Imbituba - SC, cidade na qual iniciou, despretensiosamente, a escrita de seus primeiros poemas.

1947 é sua primeira publicação, aos 68 anos. Com ela, celebra a vida, seus percalços e a revelação de seus desejos mais íntimos a amores perdidos. Além disso, induz-nos à ingenuidade e à inocência de toda uma vida dedicada, sobretudo, aos pais e aos filhos.

Regina Célia, mais conhecida com Catita, nasceu de pés descalços, como todos nós, sem medo dos desafios que a vida lhe trouxe.

PREFÁCIO – ESCLARECIMENTO LUMINAR

Explico aos leitores não somente o que significa esta obra para mim, mas também o seu ponto luminar, pois quem se motivou a organizá-la e editá-la foi meu filho Christiano de Almeida Scheiner. Idealizador da Christiano Scheiner Editora, ele tinha o objetivo de publicar obras de autores desconhecidos ou não reconhecidos, de cunho não comercial e inédito, represadas durante longo tempo. Queria era dar voz a autores anônimos, que nunca tiveram a satisfação de ver suas obras publicadas, mas que desejavam transmitir sua marca às futuras gerações: deixar “mais que uma semente, o fruto de sua escrita”. Para minha felicidade (sendo muito o que o motivou a abrir a editora), fui escolhida para ser a primeira autora publicada. Nada mais gratificante para uma mãe que isso! Meu filho se dedicou muito à sua edição, passando madrugadas digitando os poemas manuscritos, indo e vindo com sugestões de arte gráfica, dando o seu melhor, com todo o carinho que ele, tenho certeza, teria tratado seus autores anônimos, não fosse o fato de ter falecido, precocemente, em 15 de outubro de 2015. Desse modo, senti-me no dever de retribuir toda a sua dedicação e finalizei o seu último sonho luminar: ver publicada a primeira obra pela editora. Contei com o apoio do meu filho Fred, de Denize Gonzaga e de Fernanda Hinnig para poder terminá-la, já que a empresa teve suas atividades encerradas. Quero, nesse sentido, agradecer a todos que me ajudaram nesta caminhada, pois também quiseram ver o desejo do Christiano realizado. Dedico esta obra a ele, com toda minha ternura materna, e também a todos que “evocam” amor, paz, gratidão, amizade, companheirismo, coletividade, coisas que ele distribuía sem pudor a muitas pessoas e sentimentos que este mundo de injustiças e de guerra está precisando.

Páginas que não li

A J Marchi

O drama de um desafortunado casal, ambientado em um lugar hostil e cheio de privações, rumo aos limites extremos das provações humanas.

Veja como publicar conosco!

Se você deseja ter o seu original analisado, nos envie. 

Teremos o imenso prazer de editar sua obra e ajudar no que for preciso. O prazo máximo para a análise de cada original é de 60 dias, a partir da data em que o mesmo é recebido.

19/12/2016 Confira como foi: Lançamento em Florianópolis

livro "1947: um verso a mais", 19 de dezembro de 2016 

Dia 19 de dezembro de 2016 foi realizado o lançamento do livro "1947: um verso a mais, no Delfino 146 em Florianópolis. Confira como foi!

19/08/2017 Confira como foi: Lançamento na 11ª Feira do Livro de Jaraguá do Sul

livros "1947: um verso a mais" e "Páginas que não li".

Confira as fotos e o vídeo do lançamento dos livros "1947: um verso a mais" e "Páginas que não li" dutante a 11ª Feira do Livro de Jaraguá do Sul.

CONTATO